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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sugar, Plum, Fairy

Amigos Club Band presents Sugar Plum Fairy
When you catch the actor naked
"Once (or maybe twince) upon a time three happy friends (ok, they are not fags) decided to make a humor show (humph, humor...God knows what he does) but they can not find the perfect funnny act. Follow them on their impossible mission (without Tom Cruise) to find this act and have a laugh with them."
This play is dedicated to her Majesty, the prettiest little girl of the kingdom.
SCHEME
1. Elvis for cha-cha-cha; (Sales, Braga, Reis)
2. Ob-la-di, Ob-la-da; Lennon/McCartney (Sales, Braga, Reis)
3. Life on news; Luis Fernando Veríssimo (Sales, Braga, Reis)
4. Sister Marge; Terça Insana
5. No-no song; Richard Starkey (Sales, Braga, Reis)
6. The last supper; Os Barbixas
7. The donut; Jô Soares (Sales, Braga, Reis)
8. The Jack; Melhores do mundo
9. The italian men in UK; Unknown (Sales, Braga, Reis)
10. Cha-cha-cha; Os Barbixas
And if you want some fun listen to the cha-cha-cha.

Sugar Plum Fairy foi um stad up que eu assisti sábado. Foi uma apresentação em inglês que eles fizeram no meu curso.
Fonte: Inglês e Cia
Sugar Plum Fairy é a forma de contagem de uma versão da canção dos Beatles “A Day in the Life”, em que John Lennon abre a canção contando: ameixa-de-açúcar de fadas, ameixa-de-açúcar de fadas. "A Day in the Life", algo como 'Um Dia na Vida', é uma canção em que foram gravadas várias tomadas alternativas, formando a mesma seqüência da música, mas com tomadas diversas. Aparece John dando as instruções iniciais na tomada 1; a marcação para o início da tomada 2 de John: "sugar plum fairy...., sugar plum fairy" (segundo a gíria londrina, "sugar plum fairy" era um traficante entregador de drogas, mas também pode ser uma referência a uma peça de Tchaikovsky); a marcação do intervalo através da contagem de Mal Evans e o toque do despertador.

Fonte: Google Imagens
Não havia nenhuma estrutura para a apresentação teatral e o cenário era super básico, um sofá, uma mesa, gavetas de onde saiam todos os objetos de cena; o som ficava aparente e era manipulado pela irmã de um dos atores, o figurino era engraçado e eles utilizaram vários adereços para a caracterização. A interpretação de cenas muito conhecidas da comédia facilitou muito o meu entendimento da história, já que eu parava pra respirar e/ou rir algumas vezes e perdia o fio da meada... Na verdade, tudo foi uma grande improvisação do espaço da escola destinado a essa função à minha tradução fajuta. E foi bom, divertido... Como aqueles filmes que a gente assiste quando quer rir e só. A história não impressiona, mas a gente ri assim mesmo. Ou será que sou eu que rio de tudo? Enfim, nem tudo precisa ser MacBeth ou Otelo.
Fonte: Inglês e Cia
Fonte: Inglês e Cia
Fonte: Inglês e Cia
Fonte: Inglês e Cia
Fonte: Inglês e Cia
Victor Braga: "Shut up...it will be on my way"
Raphael Sales: "Bring me only the donut... that's it"
Pedro Reis: "If you don't laugh...we'll do it again"
Fonte: Inglês e Cia
Fonte: Inglês e Cia

domingo, 17 de outubro de 2010

Marido, Matriz e Filial: Casada sim, traída nunca!

Eu e o Flávio fomos assistir “Marido, matriz e filial: casada sim, traída nunca!”, uma peça com o meu professor do teatro Sidnei Scherman .
Fonte: Teatro do Net
Ele é meu professor de técnica vocal e expressão corporal e é um ótimo ator, como pudemos comprovar.
A peça mostra os “malabarismos” de um homem pra não perder a mulher nem a amante e mostra o ponto de vista dos três a respeito da história. 
Conta com alguns efeitos super bacanas, como o uso de projeção para simular um “cinema”, um jogo de luzes que induz os sentimentos da platéia, sonoplastia bem trabalhada para caracterizar cada cena.
 O espaço escolhido para essa apresentação foi o Teatro Nossa Senhora das Dores, no Floresta (posteriormente irão ocorrer apresentações no Palácio das Artes), que conta com razoável número de lugares e bom isolamento acústico, no entanto, peca no espaço deixado entre uma cadeira e outra: Assim, você não consegue passar através de uma fileira de poltronas se houver alguém sentado; A pessoa precisa levantar e arredar seu encosto pra você passar e ainda relar nela. Tsc tsc tsc... Uma falta de percepção antropométrica inaceitável.
O figurino dos atores foi básico, tipo comum-uso-todo-dia, nada significativamente deslumbrante e havia poucos elementos de cena, somente o suficiente para contar a história.
O que eu mais gosto de observar quando vou ao teatro é como os atores se comportam: sua expressão facial, suas mãos, seu tom de voz, o trabalho criador da preparação da vida de um espírito humano num papel, seu arrebatamento no auge do processo imaginativo...
Fazer teatro é muito bom, você começa a ver “do outro lado”, você amadurece e passa a observar muitas ações e gestos que antes passavam despercebidos.
Quem quiser assistir também é só ficar de olho na programação do Palácio.